terça-feira, 29 de junho de 2010

Já era hora



Já era hora

Hora de esquecer dos teus abraços
De andar com outros passos
Que me levem para longe de você

Já era hora
De enxugar as minhas lágrimas
De expulsar estas minhas lástimas
De te desconsiderar como meu bem querer

Já era hora
E agora estou indo embora
Já basta de dores
Já basta de sofrer

Já era hora
E o problema seu
Já não é problema meu
Há muito já deixou de ser

Se era isso o que você queria
Já se tornou o que eu mais quero
Já é hora de partir
Já é hora de sorrir

Já é hora de viver feliz
Hora de viver longe de você



Raíssa Stèphanie

domingo, 27 de junho de 2010

Elo fraco



Quando você se foi

Meus dias ficaram vazios
Ficaram sem vida
Eu não pude fazer nada
E nada agora posso fazer

A dor, ininterrupta, cresce
Dor do corpo
Dor da alma
Dói e nada posso fazer
Ao menos que você permita
Ao menos que se permita

Abra-me um sorriso
E convide-me de volta para o seu abraço
Não há um dia que eu não pense em você
Dia após dia vou vivendo sem prazer
Embebendo-me de esperanças ao seguir o seu passo

Se é idiotice, se é ilusão
O que importa?
É o que eu sinto
E o que mais me machuca agora

Envolva-me novamente em seu laço

Pois sem você torno-me um elo fraco


Raíssa Stèphanie


- - # - -

Hoje, dia 27, quatro meses completos sem ele. =/
M
agrão, pô ;s

sábado, 19 de junho de 2010

Sempre foi você


Eu não posso me adiantar
Mas não aguento mais esperar
O que fazer?

Qual será o momento certo para ter
Você ao meu lado e poder dizer
Que eu amo você

Me dê um caminho
Para que eu faça acontecer
Algo que me leve a você

E não me importa
O que os outros possam dizer
O que me importa é você

[Agora só basta você querer]

Em pensamentos, o que me restará?
O que me vai faltar?
E se a saudade quiser me apertar,
Em quem eu vou pensar?

No final,
A resposta sempre foi você


Raíssa Stèphanie

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Senão eu desabo


Estou de mãos atadas
Por favor, diga-me:
O que me resta fazer?

Não me peça para ser feliz assim
Não me peça para estar longe de você

Muito menos suma da minha vida
Não me obrigue a esquecer
Ainda que sua ausência me consuma
Ainda que o que espero me cause ferida por ferida

Peço-lhe o mínimo, de exigência tenho só uma
Posto que em lamentações ultimamente me acabo
Não vá embora ou, ao menos, não vá sem mim
Não me deixe sozinha, senão eu desabo


Raíssa Stèphanie